E sem que déssemos por isso, passou-se mais um Natal. Pessoalmente, este foi dos melhores dos últimos anos. Este foi o ano em que voltei a sentir aquele espírito natalício mágico e especial e em que até à missa do Galo fui. Ah e no que diz respeito aos presentes, borrifei-me neles, só me interessei pelos que ofereci às minhas filhas e ao meu querido. Apesar de ter desenvolvido nos últimos anos uma forte inclinação budista (com a qual me identifico bastante), gostei de reviver o ritual de criança (era costume a minha família ir à Missa do Galo) na véspera.
O dia foi passado entre papéis de embrulhos rasgados e brincadeiras com as muninas a descobrirem os seus presentes.
Foi bom e cansativo e deixou-nos a todos com a sensação de ter passado a voar.
Só há (infelizmente) uma coisa que não passa a voar, as consequências de ter enfardado alguns sonhos, algumas azevias e como não poderia deixar de ser, bombons de praliné, claro.
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